PRÓLOGO: A primeira versão da recensão que segue foi produzida para a disciplina Teoria Econômica e Direito, ministrada pelo Prof. Dr. George Laurindo de Andrade. Lembro daqueles dias como se fizesse pouquíssimo tempo - mas já se foram quase 6 anos... Saudade das paredes, do ar na sala de aula, do convívio com os colegas e as boas conversas...
Ao longo de toda a obra é possível detectar
um caráter essencialmente didático. Por exemplo: logo em princípio,
formulando-se a conceitualização do termo ‘economia’, o autor expõe 3 sentidos
– 1. “Qualidade de ser estrito ou
austero no uso de recursos e valores”; 2.
“Característica comum de uma ampla gama de atividades que compõem a Economia de
um país, de uma cidade e etc.” e 3.
“Ciência que sistematiza a atividade econômica.”
A
partir dos elementos basilares formadores da ação econômica surgem correntes
antagônicas almejando responder à pergunta: O trabalho economicamente mais
importante é social ou individual? (marxistas X marginalistas)
É
inegável que nosso modo produtivo tem sido capitalista. Seus padrões tendem a
sugerir força da propriedade, sobretudo empresarial, conforme vantagens para o
proprietário. Historicamente encontra-se uma dualidade: o linear versus o cíclico. Quem defende políticas
ou práticas evolucionistas assume o atual estágio de desenvolvimento
mercadológico-científico como ideal realização dos projetos humanos elevados.
Outros, inversamente, consideram os avanços da sociedade afluente valiosos,
porém não permanentes, ou seja, com o passar do tempo, mediante transformações históricas,
ocorrerá modificação substancial nos meios de produção e consumo. Parece
razoável verificar pouca solidez nas economias nacionais mais desenvolvidas
ante severas crises – a UE serve como tipo dos riscos contemporâneos às uniões
regionais. Inflação, confronto de interesses, grave degradação do planeta por
causa da exploração predatória de matérias-primas, bem como outras
problemáticas interferem diretamente nos caminhos da Terra globalizada.
REFERÊNCIA
SINGER, Paul. O que é economia. 6. ed. São Paulo: Contexto, 2009.
FOTO: Editora Contexto (online)

Comentários
Postar um comentário